Reconduzido
Segundo colocado na lista tríplice da categoria, o atual Procurador Geral da Justiça, Milton Riquelme de Macedo, deverá ser mantido no cargo pelo governador Requião. É a expectativa que reina na área.


Segunda vez
Foi assim mesmo que aconteceu na vez passada. A Procuradora Tereza Wille ganhou na votação mas perdeu no Palácio Iguaçu para Riquelme.

Don't cry
O governador Roberto Requião chorou ao falar dos professores na Escolinha de Governo nesta terça-feira. Chorou,também, durante entrevista em conjunto com o irmão, Maurício, na RTVE.
Anda emocionado e calmo, o EL Supremo. Mais um pouco, e vai começar a fazer yoga.


Na frente dos bois
Atenção, dona Gleisi Hoffmann, diretora financeira da Itaipu Binacional: o Tribunal Regional Eleitoral de Alagoas multou um candidato local por se apresentar como candidato na comunidade Orkut. Era igualzinho o seu ''Gleisi Senadora'', que está circulando pela internet.
Antes de 5 de junho, diz a Lei Eleitoral, ''non puede''.


Todos por lá
O PT do Paraná está mesmo apostando em Londrina como reduto eleitoral. Nesta semana, o ministro Paulo Bernardo, acompanhado de Gleisi, mais o prefeito Nedson prestigiaram a ''Feijoada-baile da Alegria'', no Country Club, que deu o pontapé inicial no Carnaval da cidade.


Os Betos

A animação da ''Feijoada-baile'' do Country ficou por conta do conjunto musical ''Os Betos'', certamente inspirado no prefeito Beto Richa.



Política na Unimed

O faturamento da Unimed/Curitiba no ano passado passou dos R$ 600 milhões, bem mais do que os recursos do SUS para a Capital, de R$ 549 milhões.
Isso explica porque são cinco candidatos concorrendo à presidência da Cooperativa, entre eles, até um ex-secretário de saúde de Álvaro Dias, Manoel de Almeida Neto, que faz campanha de gente grande, com dinheiro pra dedéu.


O moço de Londrina

Tem um moço aí de Londrina, chamado Carlos, formado em Direito e estudante da Escola da Magistratura, que começou a ciscar o terreiro lá de casa. Antes que vire candidato a genro, seria preciso saber se é de boa família ou um político pé-rapado.
Como os jovens não perguntam, jamais, o sobrenome dos amigos, e nem lhes interessa saber, a dúvida continua.


Referências

Comportamentos sempre se repetem, principalmente em família. Mãe de quatro filhas, minha vó Maria só fazia uma pergunta diante do possível futuro genro: ''é italiano?''. Em caso positivo, o sujeito podia ser o maior malaco do mundo, chefe da Cosa Nostra ou primo do Mussolini que, mesmo assim, era aprovado imediatamente.
Se além de italiano, fosse alto e de cabelo anelado, a vó estendia tapete vermelho e ia pra cozinha fazer polenta e macarrão.


Imigrantes

Os imigrantes (italianos, portugueses, espanhóis, alemães) tinham mesmo estas referências raciais e olhavam torto para os nativos, a quem chamavam de ''brasileiros''.
Hoje, quase tudo isso desapareceu e, na parte que nos cabe, a pergunta é outra: ''É político?''. Em caso positivo, nem se tiver cabelo anelado casa com a filha.



De tempo e temperatura

Ainda é verão em Curitiba, a capital mais fria do País e nem passou o Carnaval. Mas bem de tardezinha sopra um ventinho leve só para lembrar que o casaquinho pendurado no cabide do armário vai mudar para os ombros já, já.


Da série ''Mamonas Assassinas''

Faixa na Avenida Castelo Branco, em Londrina: ''Plante Mamona. Rentabilidade garantida. Compramos toda a produção''.



Daltônicas
De verba pra campanha
Diante da candidata jovem e bonita, o marketeiro-consultor foi taxativo sobre o custo da campanha eleitoral: ''Você precisa de apenas R$ 2 mil. É para comprar uma bota de couro de cano alto, uma calça idem e um chapéu de cowboy. Daí é só passear numa feira agropecuária e arrumar um fazendeiro bem rico...''

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