Perdemos mais uma

Foi uma pena. Perdemos a vaga no Supremo Tribunal Federal. O professor da UFPr, advogado Edson Fachin, estava entre os três nomes levados ao presidente Lula com forte lobby de paranaenses. Com grandes chances.
Mas o presidente escolheu Ricardo Lewandowski, paulista.


Mamona assassina

Todo mundo está falando que o governador Roberto Requião confundiu com chocolate a mamona do pote que o presidente Lula lhe mostrou em Brasília, na sexta-feira. Engano total.
O fato de colocar a mamona assassina na boca foi a prova mais cabal de que nosso governador é um homem urbano.

Sem guerra

Ou seja, todo mundo que nasceu no Interior sabe que o grão é venenoso. É permitido, sim, fazer guerra de mamona (com aquelas pontinhas agudas trata-se de arma excelente para arder na pele do inimigo), mas quem põe caroço na boca ou é criancinha de colo ou Pedro Bó ou é gente da cidade.


Igual a Lerner

Depois do episódio das mamonas, o governador Requião igualou-se, enfim, ao seu antecessor Jaime Lerner. O grande arquiteto estava sempre tão longe do Interior e da agricultura que, diante das extensas lavouras de soja do Paraná, era capaz de observar: ''Que beleza de roça de milho hein?''
É o que o povo contava.


Papagaio de pirata

Saiu nos jornais de final de semana que Jaime Lerner apareceu no programa ''60 Minutos'' de David Latterman, um dos mais famosos dos EUA. Numa foto das Cataratas do Iguaçu levada pelo ator Antony Hopkins, que passou por aqui no governo dele.
A vida é dura mesmo.Depois de tantos feitos, Lerner acabou como papagaio de pirata do ''Canibal''.


Descanso

Daqui vai nosso abraço ao famoso Urtigão, senador Osmar Dias (PDT), que descansa em área rural próxima a Curitiba. Com as pernas pra cima.
Está melhorzinho das dores, não está Senador?


O preço do Haiti
E já que esta coluna virou suplemento agrícola, vale lembrar: o governo Lula investiu no ano passado R$ 297 milhões para manter as tropas brasileiras no Haiti. Mais do que destinou ao setor agrícola. O dado é da ''Veja''.
Se investisse essa dinheirama toda para produzir mais arroz e feijão, não poderia mandar comida para o pobre do Haiti?

Assessoria do céu

A assessoria de imprensa da Virgem Mãe do Rocio avisa: haverá romaria do Santuário nos dias 10, 11, 12 em Paranaguá. Favor não esquecer.

Quimioterapia em foco

Além de Nossa Senhora do Rocio quem contratou assessorias de imprensa e agências de publicidade aqui na Capital foram algumas clínicas de Oncologia. Com direito até em anúncio no rádio. Tipo assim: ''Temos a melhor radioterapia para acabar de vez com qualquer tumor.''
Coisa finíssima, tá ligado?


Confusão na educação

Muitos aprovados no último concurso da secretaria de Educação do Interior não estão respondendo ao chamado de apresentação. São aqueles convocados para cidades diferentes de onde moram.
A distância é pequena mas para um salário de R$ 500 e poucos reais pagar ônibus de ida e volta já pesa.



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Arquivo Folha


O novo must
Que Beto Richa, que nada! O novo objeto de consumo das curitibanas é o Matthaus (para quem não entende nada de alemão, lê-se Mateus), novo técnico do Atlético. Começou bem e venceu o Maringá ontem, na Arena.
Se tivesse perdido o jogo, também não tinha importância, viu Matthaus? Ou seria melhor dizer ''Lothar''? Uau!


Babá, por que não?

Interessadas que não entendem nada nem de alemão, nem de futebol, podem fazer uma fezinha aprendendo a cuidar de crianças. Mattaus é uma bomba demográfica ambulante: tem 6 filhos na Alemanha.
E, obviamente, uma boa esposa germânica.


Rainha Gay
A jornalista Martha Feldens, que esteve em Pelotas no final de semana, acompanhou lá o concurso para escolha da Primeira Rainha de Bateria Gay do Brasil.
Martha é gaúcha e o concurso não é piada. É de verdade. Meeeesmo!


Da série Mamona assassina (1)

A dúvida é: ao cuspir o caroço mastigado da mamona, o governador Roberto Requião o fez no tapete presidencial ou guardou no bolso para jogar fora depois?

Daltônicas
De enganos
Por causa do temperamento explosivo da mãe, as filhas só perceberam os sinais do Mal de Alzheimer quando ela botou fogo na casa.
E aí já era caso de internar.

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