RUTH BOLOGNESE
Sem adversário
Ora, ora, se Osmar Dias (PDT) virou uma incógnita e Rubens Bueno (PPS) sair candidato a deputado federal, então o adversário de Roberto Requião para a reeleição só poderá ser nosso mui conhecido, Álvaro Dias (PSDB).
É a volta dos que não foram! É a roda que não gira! É o Paraná encalacrado no tempo e no espaço!
Só rezando
Vamos lá, minha gente, somos 10 milhões de paranaenses e sangue de Jesus tem poder! Se não reagirmos o Requião ficará no poder até 2010 e passará o Governo para seu filho, Maurício. E, por mais 10 anos, o Vovó Nana ficará no Porto de Paranaguá e o Padre Roque na Secretaria do Trabalho.
Pai Nosso/ Que estais no Céu/Santificado seja teu Nome...
Quase nada
Quem quiser fazer um balanço da administração Beto Richa (PSDB), em Curitiba, deve procurar o Mapa de Obras da Capital e percorrer cada uma das regionais administrativas. Não vai encontrar nada. Com as grandes obras como o Eixo Metropolitano em compasso de espera, Alberto Roberto terá que suar o bronzeado para comemorar um ano de Governo.
Cidade suja
Mas o que o curitibano não perdoa mesmo é sujeira. Terça-feira, falamos do mato no alto da rua XV. Ontem, leitores chamaram a atenção para o Asilo São Vicente, no Cabral, também área nobre, onde o mato cresce como se tivesse adubo.
O pior de tudo isso é que o asilo é caminho da roça quase diário do Beto Richa em direção ao Graciosa Country Club, onde joga tênis.
Tire o rayban, Alberto Roberto!
Jantar pragmático
Dois nomes muito ligados ao prefeito Beto Richa (PSDB), Fernando Ghignone, secretário de Comunicação e Ivan Bonilha, Procurador Geral, e dois ex-secretários de Cássio Taniguchi (PFL), David Campos e Benoni Manfrin, jantaram num restaurante da moda em Curitiba com ninguém mais, ninguém menos do que o deputado Estadual Ângelo Vanhoni (PT).
Muito assunto
Se a salada do restaurante não era tão diversificada como a ideológica, assunto não deve não deve ter faltado. Ainda mais regado a bom vinho.
O quE esse pessoal (PSDB, PFL e PT) pode fazer junto? Falar mal do Requião, oras.
[Retr-Foto:ps9w24 {Grade: ;Pessoa: ;Evento: ;Lugar: ;Chave: ;Data: }]
Arquivo Folha/14-10-2005
Pela família
Um amigo curitibano muito próximo do prefeito de Londrina, Nedson Micheleti, revelou as dificuldades que o prefeito vem enfrentando desde a morte da mulher, Regina, aos 42 anos, no final de setembro.
Nos 20 anos em que foram casados, Regina era quem cuidava de tudo o que se relacionasse com a família de ambos, desde as finanças particulares até o acompanhamento da educação dos filhos, Rafael, 19 anos e Juliana, 14 anos.
Sem tempo
Sem Regina, além do choque emocional, o prefeito passou a dividir seu tempo entre a administração da segunda maior cidade do Paraná, a casa e os filhos.
As novas funções obrigaram Nedson, dia destes, a sair de Londrina de manhã, ir até Brasília e voltar à noite.
O fator humano
Recém-viúvo, com filhos adolescentes, o prefeito vive um momento de vida pessoal delicado. A complicar ainda mais, estão aí as denúncias do Caixa 2 do PT na última campanha eleitoral.
Esperar uma gestão de primeira de Nedson nestas condições seria fora do comum. Londrina vai ter que ser paciente.
Sem notícias
E pelo jeito, os eleitores e os formadores de opinião londrinenses parecem compreender o momento difícil do prefeito. Desde a morte de Regina, há quase dois meses, todos os correspondentes de Londrina se recolheram e deixaram de lado as críticas diárias que enviavam para Curitiba.
Só as denúncias do Caixa 2 continuaram atuantes. Mas aí as fontes de informação atuam mais em Curitiba e Brasília do que em Londrina.
Daltônicas
De seguro morreu...
Ao falar ao telefone o famoso publicitário de Curitiba adquiriu o estranho vício da auto-justificativa. Sem mais nem menos vai falando que paga todos os impostos, não trabalha para o PT, nunca fez Caixa 2.
É recado para o ''grampo''. Seja lá de quem for.,





