Pela reeleição


O governador Requião conduz com extrema competência o caminho para a reeleição: atraiu grande número de prefeitos, congelou o PT e o senador Osmar Dias (PDT) e está levando em banho maria o prefeito Beto Richa e o senador Álvaro Dias, ambos do PSDB.

Sem sintonia

Se Roberto Requião governasse o Paraná com a mesma sintonia fina com que arma o próprio futuro político, isto aqui estaria um paraíso.



Acorda, Beto!

Dentro do espírito de cascavel hipnotizando a presa, EL Supremo adula o Beto Richa (PSDB) a toda a hora. É dinheirinho pro Beto aqui, verbinha pro Beto pra lá, visitinha para ver o joelhinho do Beto acolá. Um amor!


A arapuca

Mal sabe o coitado do Alberto Roberto que, no ano que vem, o da eleição, será convidado pra subir no palanque e, como prefeito do PSDB, agradecer o Governador na inauguração de uma avalanche de obras do Governo do PMDB em Curitiba.


Maldade pura

Não é verdade que o senador Álvaro Dias (PSDB) espalhou no meio político que o irmão, Osmar, só chora quando ambos se falam pelo telefone, o que levantou as suspeitas de uma depressão profunda no Urtigão.
É ao contrário. Quando alguém pergunta pelo Osmar, Álvaro é quem chora. Muito.


Só dá parente

Alguém aí sabia que apenas três das 399 prefeituras do Paraná não tem parentes do prefeito ocupando algum cargo público? Ninguém sabia? Então, agora dá pra entender: ninguém pode dizer um ''ah'' da família Requião, nem do Judiciário, nem da Assembléia, muito menos do Tribunal de Contas. Está todo mundo de rabo preso.




O grande rabo

O rabo preso na questão de nepotismo paranaense é mais extenso do que o Rio Iguaçu, que começa em Curitiba, atravessa o Estado inteiro e deságua na fronteira com o Paraguai. Está mais espalhado em nosso território do que a Araucária Angustifólia, o pinheiro símbolo. E sossega mais a família dos políticos do que genro rico.
Fala sério, diante de uma situação destas, alguém aí vai ter coragem de levantar a lebre da parentada?


Copel atenta

Atenção funcionários da Copel habituados a ler os sites de conteúdo jornalístico que criticam e apontam problemas na atual gestão: a empresa está catalogando, tintim por tintim, os terminais de acesso.
Pode ser para controle futuro da leitura dos copelianos. Ou para negar o cartão de fidelidade à diretoria.
Na real, é censura mesmo.


Espera ansiosa

Nem só a agropecuária local está a espera, há duas semanas, dos resultados laboratoriais sobre a febre aftosa que vão definir o futuro do setor nos próximos anos.
O Hospital Nossa Senhora Aparecida, de Foz do Iguaçu, aguarda há duas semanas os resultados dos exames dos produtos utilizados em duas cirurgias de cataratas, que lesaram a visão e levaram à remoção do globo ocular operado em dois pacientes.


Perigo

Se a demora dos resultados da aftosa faz o Paraná perder milhões e é um desastre para a economia, no caso de Foz coloca em risco pacientes de todo o País. As suspeitas dos médicos recaem sobre um gel, fartamente utilizado em cirurgias oftalmológicas. Mas, até agora, o Laboratório Central (Lacen), não se pronunciou sobre os exames.


Na boa

Ainda de Foz do Iguaçu: o prefeito Paulo Mac Donald Chisi (PDT) deve ser o único prefeito do Paraná que não reclama de déficit nas contas e tem obras em andamento.
E, garante, sem contar com um tico de ajuda do Governo Estadual, que é de partido adversário, o PMDB.

Sem mágica

Na administração da quarta maior cidade do Paraná (vem depois de Curitiba, Londrina e Maringá) Mac Donald afirma que reduziu despesas e dívidas, entre elas, as da previdência social, baixou o valor dos maiores contratos públicos, entre eles o da limpeza pública e mudou de banco, do Santander para o Real.
Ou seja, não fez milagre. Cumpriu o dever de casa.

Daltônicas

De percepções
Porque perdeu um filho pequeno, o namorado da mãe trata o filho dela, de 11 anos, na palma da mão. E não é que o guri percebe tudo e o rejeita?
Mais uma tristeza pra carregar.

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