''Direito de Resposta''
''No último dia 20 de abril, a jornalista Ruth Bolognese fez, em sua coluna, uma série de afirmações infundadas a respeito da Ver & Ouvir, na nota intitulada 'Onde está o dinheiro?'. Por este motivo, vimos prestar as corretas informações aos leitores deste jornal.
A Ver & Ouvir é uma OSCIP (Organização da Sociedade Civil de Interesse Público) que por seu uma associação não pertence a ninguém, muito menos ao Sr. Luciano Szafir, que hoje atua como ''padrinho'' da instituição, sem que faça parte do seu quadro de associados.
A parceria com a concessionária Rodonorte foi firmada a fim de que doasse material para higiene bucal, bem como uma unidade móvel para atendimento dos estudantes. Jamais existiu um consórcio entre a Ver & Ouvir e a Rodonorte, muito menos recebeu este inexistente consórcio verbas federais.
As verbas recebidas do Governo Federal destinavam-se à execução do programa 'Ver, Ouvir e Sorrir na Escola', visando detectar possíveis dificuldades de fala e audição das crianças, oferecendo atendimento com o intuito de amenizar os efeitos destes problemas na vida escolar e social dos alunos.
No município de Ponta Grossa foram realizados cerca de 12.500 atendimentos a cerca de 2.000 crianças em todas as escolas do município.
A Ver & Ouvir prestou contas ao governo federal, a respeito da aplicação das verbas no município de Ponta Grossa, tendo a referida prestação de contas sido aprovada pelo parecer do Ministério da Saúde nº 3859, datado de 29/09/2004. Ademais, no dia 04/05/2005 recebeu a visita dos fiscais do Tribunal de Contas do Estado na cidade de Paranavaí, tendo suas atividades através do convênio com a prefeitura deste município também sido aprovadas pelos referidos fiscais.
Logo, fica claro que a Ver & Ouvir, ilegalmente atacada nesta coluna, é uma instituição idônea e não permitira de forma alguma que acusações infundadas venham a atingir seu bom nome, não hesitando para tal em tomar todas e quaisquer providências cabíveis''.

N.R. A jornalista Ruth Bolognese baseou-se em informações das atas da 103 Reunião ordinária do Conselho Estadual de Saúde do Paraná, CES/Pr, ocorrida em Janeiro de 2005 e aprovada em abril de 2005.

Uma mão...
Toda vez que o deputado Neivo Beraldin, PDT, insiste em trazer as contas de Antônio Belinati para serem julgadas rapidamente pela Câmara de Londrina, os deputados Barbosa Neto, PDT, e André Vargas, PT, sorriem, felizes.

Lava a outra!
O julgamento político do ex-prefeito (mais um) é tudo o que interessa aos dois adversários de Londrina. Vão disputar palmo a palmo com Belinati, agora filiado ao PP de José Janene e Severino Cavalcanti, os votos da cidade no ano que vem.
É isso.

TJ recuou
Depois de dar uma de João sem Braço, o Tribunal de Justiça do Paraná recuou e baixou resolução garantindo aos 120 Desembargadores, o chamado Tribunal Pleno, a prerrogativa de indicar os novos Desembargadores do Paraná. Foi no último dia 29.

Braço encontrado
Na verdade, o TJ encontrou, rapidinho, o Braço de João depois que os 63 novos desembargadores, vindos do Alçada reagiram como gente grande. Iam impetrar mandado de Segurança junto ao Supremo Tribunal Federal (STF), para garantir seus direitos. E com apoio da Associação de Magistrados Brasileiros.
Nem foi preciso.

Tudo em Maringá
Maringá tem 146 mil árvores, o menor índice de crime do Brasil, a melhor qualidade de vida do Paraná e agora sedia a maior rede de contrabandistas do País.
Não dá pra ser feliz desse jeito!

Esperança
No Paraná, as merendeiras fazem curso para aprender receitas diferentes, sem muita fritura e servir nos lanches das escolas públicas, em Foz do Iguaçu. Hoje em dia as mães já não têm tempo de caprichar na comida e alguém precisa fazer comida com carinho e encher a barriguinha das crianças, pra que aprendam melhor.
É atitude de gente com sensibilidade.

Desesperança
Em Mato Grosso do Sul, o paranaense Anacleto Roberto de Amorin, recebeu 61 golpes de estilete numa penitenciária de Dourados. E aquele Estado, responsável pela integridade do preso, queria cobrar da família dele, aqui de Sertanópolis, R$3 mil e 800 reais pelo embalsamento e transporte do corpo. É certo que o elemento era condenado a 78 anos, por vários crimes. Mas também não precisava tripudiar...
E depois a gente se espanta quando o governo chinês cobra da família o preço da bala com que executa os condenados à morte.

Daltônicas

De aconchego
Da mãe, a melhor lembrança era o cheiro de café se espalhando pela casa, bem de manhãzinha. Sentia e levantava de bom humor.

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