PFL quer Osmar

O PFL quer usar a filiação de Joel Malucelli (leia-se Paraná Banco, Band TV, rádios CBN, shoppings e empreiteiras) como isca para atrair Osmar Dias com vistas a uma coligação. Vai oferecer, também, se ele quiser, a presidência do partido no Paraná, com carta branca para destituir diretório, filiar, desfiliar, fazer cara feia para dona Marina Taniguchi, contratar pedólogo, massagista irlandês..., enfim, tudo e mais um pouco.
O PFL é igualzinho à Sol: vende até o cavalo do noivo, com o noivo em cima, para chegar à América. No caso, ao ''pudê''.


A R$ 1,99

Osmar Dias está para a maioria dos partidos no Paraná, hoje, como dona de casa abastada numa loja de R$1,99: passeia, olha tudo, faz ar de enfado, leva o que quiser e o coreano ainda vai atrás se curvando até os pés, em mesuras, e agradecendo.

E os U$ 10 milhões?

Quem acompanha de perto a história da Ferroeste, a ferrovia que vai de Guarapuava a Cascavel e nunca funcionou direito, considera que existe um ponto, fundamental, para ser esclarecido: o que o Estado fez para ter de volta os U$10 milhões que investiu na recuperação de 20 locomotivas da Rede Ferroviária para o tráfego na Ferroeste?
Existe até ação na Justiça sobre o assunto, mas a América Latina Logística, ALL, que desde a privatização está usando as locomotivas em outros ramais, se finge de morta. E enterrada.


Pedágio & Propaganda

Além de pagar a tarifa do pedágio, que já é um assalto em si, o motorista que passa na praça de Ponta Grossa recebe propaganda do ''Carpetão'', uma loja da cidade que vende pisos, forros e tapetes.
É como ser vítima de sequestro relâmpago e o ladrãozinho recomendar o sanduíche do ''Big Dog'', lá do bairro dele. Pode?

Dívida do passado

O presidente da Sanepar, Stênio Jacobs, só pode ir para Blumenau, SC, disfarçado. E com outro nome. O Tribunal de Contas de lá está cobrando dele R$ 180 mil por irregularidades cometidas em 2001, quando era presidente da Cia de Urbanização da cidade, no governo do PT. A imprensa catarinense não fala de outra coisa.
Em Blumenau, como todo mundo sabe, só tem alemão. E agora, que Bento XVI é alemão, o povo quer purificar tudo, até o passado.


Mais um diretor

Mais uma da Sanepar: com 8 diretorias e uma carrada de advogados, a Sanepar realiza no próximo dia 10 uma Assembléia Geral Extraordinária, para modificar o estatuto e criar mais uma diretoria, a Jurídica.
Quero ser ''mica'' de circo se o novo cargo não servirá para acomodar algum desgarrado do PT ou PMDB...

É o TRF ou nada

O deputado Eduardo Sciarra, PFL, relator da matéria, garante que o projeto do Conselho Federal de Justiça para duplicar o número de juízes e boicotar a criação do TRF de cinco Estados, o Paraná incluído, terá resistência na Câmara. ''No passaran'', diz ele.
Passaran é por cima de ''nóis'', isso sim!

Irei e vencerei

O empresário Osni Pacheco, da Cotrans, está convencido que vence a concorrência para alugar 620 carros para a prefeitura de Curitiba, que sai sexta-feira.
Pode estar com a razão. Osni aluga carros para a prefeitura há quase 20 anos e para o Governo há uns 10. Tem sócios poderosos e o edital exige que a empresa, para ter chance, precisa ter 350 motoristas registrados.
Ganha um carro alugado quem adivinhar qual a empresa curitibana que tem 350 motoristas registrados em carteira...


Uma professora e um violino

A professora Hella Gilda Wall Epp, 60 anos, ensinava música na Universidade Federal do Paraná. Na sexta-feira foi sequestrada na porta de casa por três assaltantes. Na manhã de sábado foi encontrada na periferia de Curitiba, morta por asfixia. Estava dentro do próprio carro com a blusa aberta e um pé descalço. A carteira e o violino desapareceram.

Conclusão assustadora

A polícia concluiu que os três ladrões não planejaram o crime. A professora é que se encontrava no local errado e na hora errada.
E é justamente a conclusão da força policial, por verdadeira, que assusta: chegar na própria casa, no Jardim Social, bairro nobre da Capital, numa sexta-feira, às 23 horas, com um violino no banco do carro, é estar ''no local errado, na hora errada''?


Daltônicas
Do humano
A mesa era bem posta e farta, mas filhos e netos quase nada comiam. O pai tinha um buraco no rosto por causa do câncer de pele. E adorava ajudar a mãe a fazer e arrumar a comida nas travessas.

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