Mudança de rumo

Um dos executivos mais bem pagos do Paraná, Antônio Carlos Romanoski, que começou sua carreira na Eletrolux, passou por empresas como a Inepar, a Unimed e o grupo Sentinela (área de segurança) está de mudança novamente.
Deixa a presidência da Fogões Atlas, de Pato Branco, uma das líderes do setor na América Latina. E passa a dedicar-se apenas à CBB/Sundown (bicicletas). Até então, Romanoski se dividia entre a Atlas, cuja sede é em Pato Branco, no sudoeste, e a Sundown, em São Paulo.

Menos três

O plantel de granja do Canguiri sofreu três baixas nas últimas semanas: os cavalos consumiram alfafa contaminada por fungos. El Supremo está inconsolável. E querendo descobrir o (ir)responsável por tamanho descuido.

Mandala na Agricultura

A Feira de Sabores, que o governo promove em Curitiba, está mostrando a experiência do projeto ''Mandala'', um sistema de cultivo orgânico em círculos, destinado para o pequeno produtor. O piloto fica em Maringá, na Fazenda Orgânica do Iapar, com 30 alqueires, instalada há cinco anos numa área de assentamento.
Toda a produção da fazenda é comercializada no supermercado de Jeferson Nogarolli, presidente da Federação das Associações Comerciais (Faciap), em Maringá mesmo.

Na Vila Rural

Integrar produção e comercialização sempre é um desafio para os governos. Se o projeto ''Mandala'' funcionar direito, será uma opção para as Vilas Rurais que Lerner espalhou pelo Estado inteiro, mas não deixou receita para o funcionamento.
Não deixou porque não sabia o que fazer direito com as vilas.

No Rancho Fundo

A dupla Chitãozinho e Xororó já está contratada para realizar dez shows no Brasil inteiro, na campanha do PT. Sete deles será em Curitiba, para Ângelo Vanhoni.
Vai ser de lascar ouvir ''Rancho Fundo'' ou ''Fio de Cabelo'' cantado pela dupla, acompanhada por Vanhoni, Doático dos Santos e Dr. Rosinha.

Sem lugar

Não é absolutamente confortável a posição do publicitário Sérgio Reis na campanha de Beto Richa, PSDB. A definição certa seria: o staff quer casar logo com Sérgio, mostrar a aliança e dormir junto. Mas Sérgio só quer ficar.

Roquinho meu amor

O prefeito de Paranaguá, Mário Roque (sem partido), está sendo tratado a pão-de-ló no Palácio Iguaçu. É ''Roquinho pra lá, Roquinho pra cá''. Tem motivo: o governo passou por cima da prefeitura e mandou brasa no asfaltamento da entrada da cidade. Se Roque quiser, embarga a obra já. E se for bem maldoso, espera a campanha esquentar.
Agora, se for político, embarga na véspera da eleição e diz que foi Requião que cancelou, em definitivo, porque Paranaguá tem raiva do irmão dele, o ''Vovó Naná''.

Londrina, uma incógnita

O correspondente em Londrina sumiu e, por isso, não temos uma análise local sobre a pesquisa desta Folha divulgada ontem. Deve ter sumido de vergonha. O Paraná inteiro fica olhando o eleitorado de Londrina sem entender. Há quatro anos, o ex-prefeito Antônio Belinati saía mais feio na fotografia da mídia que cão chupando manga.
E, ainda assim, é o franco favorito...

O escritor e os candidatos

Já se disse aqui, recentemente, que jornalista quando trabalha em campanha eleitoral, o primeiro neurônio que perde é o da crítica. Passa a endeusar o candidato, mesmo sendo o Paulo Maluf.
Escritor, então, deve ser pior. Domingos Pellegrini, por exemplo, descobriu ''idéias entusiasmantes'' no Barbosa Neto, do PDT, seja lá o que for que isso signifique. E diz ainda que esse mesmo fenômeno se manifesta no ''deputado'' Hauly mas não no ''candidato a prefeito'' Hauly.

Conselho amigo

Atenção, Pellegrini, realiza: volte logo para seus livros, que você escreve tão bem. Neurônios são preciosos, principalmente os críticos, raros por demais.

Daltônicas

De manias

Por detestar o sotaque curitibano, do leite quente, o jornalista tinha mania de imitar a fala arrastada dos cariocas. Quando ouvia a gravação das entrevistas, concluía: de um jeito ou de outro, ficava sempre ridículo.

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