Dúvida atroz
Uma pergunta campeia entre o Palácio Iguaçu, Tribunal de Contas e Assembléia: será mesmo que a Copel aplicou R$ 300 milhões no Banco Santos?

Sem Emília ( com foto)
Dois ou três partidos estão sonhando com a possibilidade de ter dona Emília como candidata à vice pelo PFL. Podem acordar imediatamente. Idéia natimorta. Dona Emilia já teve problemas demais na qualidade de vice durante os 8 anos do governo Lerner. E, para ela, mesmo separada de Antônio Belinati, a preservação da unidade familiar está acima de qualquer veleidade política.

Bem nas pesquisas
Dona Emilia seria um grande trunfo para qualquer candidato em Londrina. As pesquisas indicam que sua imagem continua irretocável, apesar de todas as denúncias envolvendo o ex-marido. Faz um bom trabalho social e, ainda por cima, se fosse vice de outro candidato, mesmo sem fazer qualquer menção ao passado, iria paralisar a ação de Belinati na campanha.
Infelizmente para alguns e felizmente para outros, dona Emíly não é nenhuma Nilcéia Pitta.

Formighieri é maioria
O presidente estadual do PMDB, Dobrandino Silva, anda esquentando a cabeça à toa, quando tenta interferir na indicação do candidato de Cascavel. O jornalista Marcos Formighieri tem maioria no Partido e qualquer decisão será entre ele e o Governador.
Formighieri, além de temido pela documentação que tem contra meio mundo, sempre foi assim com Requião. Mesmo no tempo das vacas magras.

New look
Informa o correspondente em Londrina que o Barbosa Neto (PDT) está tal e qual um Michael Jackson nos out-doors espalhados pela cidade. Cuidado, meu! Sai de perto das crianças.

Segredos de Faxinal
Aquele recanto paradisíaco, Faxinal do Céu, que encheu o bolso de muita gente no Governo Lerner com cursinhos de auto-ajuda para professores, parece condenado à má fama. Profissionais de várias áreas que participaram dos treinamentos feitos por lá, nesse Governo, afirmam que Faxinal do Céu não faria feio num roteiro de turismo sexual.

Tudo nas fitas
As gracinhas e trocadilhos que o governador Roberto Requião costuma fazer com seus auxiliares na escolinha do secretariado podem estar com os dias contados. A organização do Asseio Moral no Trabalho (www.assediomoral.org) já recebeu fitas das ''babadas'' de Requião.
As vítimas terão direito a boas indenizações por crime de assédio moral.

Papai Noel
Quem deveria enviar o último despacho do Governador para a tal organização de Assédio Moral é o secretário de Segurança, Luiz Fernando Delazari que enviou pedido de verba e foi orientado por Requião para procurar Papai Noel. Mas nosso ''Toto Bola'' jamais faria isso. Adora o chefe e procura imitá-lo, sempre que pode.

Desrespeito
Na verdade, quem deveria mesmo denunciar comportamentos como esses que o Governador costuma ter, somos nós paranaenses. Por desrespeito à chamada coisa pública. E depois tem gente que ainda acha que se deve levar Governo a sério...

Obra paralisada
Por incrível que pareça, até a construtora Castelori Engenharia e Construção, responsável pela construção da Portaria da Assembléia Legislativa, quebrou. A obra está parada há 3 semanas.
A placa que o Governo do Estado colocou na frente da AL informa que o custo da obra é de R$ 428.816,39. E a responsabilidade é da Secretaria de Obras.

Sem pagamento
Pelo jeito não é só a Castelori que anda em péssimos lençóis. Fornecedores do Governo, de várias áreas, estão há 4 meses sem ver um tostão.

Peixada com ministros
Pescador do Rio Araguaia há muitos anos, o ex-ministro Reinhold Stephanes oferece, tradicionalmente, uma peixada aos ministros do Supremo Tribunal Federal em Brasília, duas ou três vezes por ano. Nessa quarta-feira, além de 8 ministros, estava lá, saboreando a bela peixada de Pintado, o presidente do STF, Nelson Jobim.
Stephanes, com aquele jeito de Marco Maciel um pouco mais encorpado, sempre meio sisudo, também sabe ser simpático e afável. Até sorri. De vez em quando.

Prêmio Celebridade
A rádio ''Vale do Mel'', de Irati, lançou concurso para saber quem matou Lineu, de Celebridades. São três prêmios: um corte de cabelo, uma lingerie e um quarto de leitoa. Eta ''nóis''.

Daltônicas

De conclusões

Depois de muitos anos de cortes, tinturas, permanentes e escovas, encontrou a definição exata para o seu tipo de cabelo. ''Era um verdadeiro bandido: ou estava armado ou estava preso''.

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