A grande família
Além de governador (Roberto), portuário (irmão Eduardo), especialista no social (irmã Lúcia), especialista em educação (irmão Maurício), especialista em esporte (sobrinho João Arruda), e especialista em museu (dona Maristela) a família Requião tem agora, entre seus membros, uma especialista em pesquisa eleitoral. Trata-se de Márcia, mulher do Secretário de Educação, Maurício, dona dos institutos ''Local Pesquisas e SensusPar''.

Pesquisa em casa
A última pesquisa dos dois Institutos, feitas pela primeira cunhada para o Palácio Iguaçu, indicam que a popularidade do governador anda bem, assim como o seu governo. O que leva a duas conclusões: 1) a primeira cunhada, que não é boba nem nada, só levou números bons para EL Supremo; e 2) se a primeira cunhada fez a pesquisa num alegre almoço da família Requião, o índice de aprovação do emprego, quer dizer do governo, só poderia dar 100%.

Especialistas a granel
Agora, cá entre nós, todo paranaense deveria era se orgulhar de ter no Governo uma família tão grande e tão competente desse jeito. São 26 Requiões, super-especialistas nos mais variados temas, insubstituíveis, convocados pelo Governador para ajudar o Paraná em tudo e mais um pouco.
E o tal gen de especialização é tão forte que passa por osmose. Até os parentes indiretos (cunhadas por exemplo) foram aquinhoadas com o privilégio. E se alastra,também, pelos secretários e assessores, transformando o Governo do Paraná numa Grande Família Especializada.
Vá se inteligente assim lá em casa, Sô!

Um emprego para o Jaquetão
A partir de hoje, lança-se nesse espaço uma campanha para corrigir um grave erro do governo. Trata-se da nomeação do Jaquetão Azul para um bom cargo no governo. Ora, se o Jaquetão vai a todos os lugares, faça sol ou faça frio, não reclama, não pede sequer para ir para a lavanderia, não merece ao menos um emprego?
Injustiça, aqui, não!


Outras Famílias, outros problemas

Com problemas bem menos doces do que empregos no governo, está a família Hubner, de Curitiba - Theodoro, a filha Magaly e o genro Roderjan Busato. O Ministério Público Federal pede a condenação da família para ressarcir o erário com R$ 44 milhões, fora juros, correções e multas.

Projeto Usimar
O empresário paranaense, Theodore Hubner era controlador da Usimar Componentes Automotivos, um projeto megalomaníaco de R$ 1,3 bilhão destinado a São Luiz do Maranhão, com recursos da Sudam. Hubner recebeu o repasse de R$ 44 milhões e o projeto nunca saiu da planta.

Assessoria incômoda
A família controla a New Hubner Componentes Automotivos na Cidade Industrial de Curitiba, com 10 anos de atividades, e há meio ano, Léo Hubner, um dos filho de Theodore, tentou contratar jornalistas para melhorar a imagem da empresa. Dizia que seu pai veio de Lagoinhas, Santa Catarina, é um ingênuo e foi totalmente envolvido no escândalo.
Difícil entender como um ''capiau'' de Lagoinhas foi o responsável por um projeto de mais de R$ 1 bilhão. E que ainda ficou com R$ 44 milhões.

Genro bate, sogro assopra
Hoje a coluna poderia ser dedicada ao lar brasileiro. Só dá histórias de família. Vejam bem, enquanto o genro, vereador Fábio Camargo, bate firme no governador, o sogro, Rafael Iatauro, conselheiro do Tribunal de Contas, é convidado VIP. Jantou na Granja do Canguiri, no sábado, com direito a conversas madrugada adentro com EL Supremo.
Deve ser porque as críticas de Fábio Camargo e um gato... comendo é a mesma coisa para o governo.

Melhor prevenir
Anuncia-se em Curitiba que os socorristas do Siate vão usar coletes à prova de bala, tal o nível da violência na Capital. Imagem de médicos e enfermeiros socorrendo vítimas sob tiroteio, só da Cruz Vermelha nos campos de batalhas. E agora, aqui.
Foram 18 mortes violentas só no último final de semana.

A vida é bela
Felicidade é ter uma amiga chamada Carla, terna e bela, que mora na Rua das Açucenas, Colina Verde, em Londrina. Carla Sehn é jornalista, mulher de seu tempo, e esperta o bastante para se refugiar numa casa na colina, onde observa o mundo sob a perspectiva do seu próprio jardim.

Daltônicas

De paternidade
Ao descobrir que o filho se drogava, o pastor largou tudo: a igreja, a família, os amigos. Passou a acompanhar o menino 24 horas por dia, até mesmo nas escuras horas do vício. Nunca reprimiu nada. O filho livrou-se das drogas. O pai continuou pelas ruas,salvando outros filhos. Dos outros.

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