Rússia aparece em 1º no ranking dos ilegais
A pirataria não é um privilégio de Ciudad del Este. Essa atividade é praticada em todo o mundo e, em alguns países, existem organizações criadas para reprimi-la. Nos Estados Unidos, a indústria da pirataria fonográfica é responsável por 2% das vendas no mercado interno, embora esse percentual represente 13% do mercado mundial. A China, segundo os organismos mundiais de proteção à propriedade intelectual fonográfica, registra a situação mais grave. A reprodução de produtos é considerada legal e o estado não reconhece a propriedade industrial.
Segundo um ranking levantado pelo mercado mundial de discos, a Rússia é campeã da pirataria fonográfica. Anualmente são pirateados cerca de 223 milhões de cópias, o que rende um faturamento de US$ 363 milhões. A China ocupa a segunda colocação, com 145 milhões de unidades e um faturamento de US$ 168 milhões.
O Brasil é o sexto maior consumidor de discos e fitas cassetes falsificadas do mundo, destinando US$ 150 milhões aos empresários piratas. No planeta, a pirataria fonográfica ganha U$ 1,4 bilhão, com a venda de 790 milhões de cópias falsificadas.





