Brasília - Turistas com destino ao interior de Santa Catarina e Rio Grande do Sul, neste verão, deverão tomar vacina contra febre amarela silvestre, alerta a Fundação Nacional de Saúde (Funasa). Os dois Estados foram incluídos na relação de áreas de risco, com as regiões endêmicas do Centro-Oeste, Norte e Nordeste, porque foram identificados macacos doentes.
O macaco é o hospedeiro do vírus que provoca a febre amarela. A transmissão para o homem é feita por mosquitos que picaram o macaco contaminado. A Funasa recomenda a vacina principalmente para quem estiver se programando para pescar em rios e lagos, praticar esportes da natureza ou ecoturismo, durante as férias ou nas festas de fim de ano. A febre amarela urbana está erradicada no Brasil desde 1942, mas ainda persiste o tipo silvestre.
A vacina tem validade de dez anos, é gratuita nos postos de saúde e deve ser tomada 10 dias antes da viagem. Desde 1998, a Funasa vacinou mais de 61 milhões de pessoas contra a febre amarela silvestre.

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