Arquivo FolhaJosé Fernando Rosas: modernizaçãoJosé Fernando Rosas aproveita os últimos dias da sua gestão frente ao TRT para inaugurar obras da sua administração. O dirigente esteve sábado na instalação do sistema integrado de comunicação em Guarapuava e amanhã acompanha a de Ponta Grossa. ‘‘Só em 1996, trocamos computadores obsoletos por 417 pentium’’, contabiliza.
Rosas cita a informatização do Tribunal e a instalação da secretaria integrada de execuções - que serve para uniformizar o cumprimento das decisões envolvendo os processos trabalhistas - como as principais medidas tomadas durante a sua gestão. ‘‘As juntas ficaram apenas com o processo de conhecimento, o que agilizou muito mais o processo’’, afirma.
Só em 1996, foram ajuizados 116 mil processos trabalhistas no Paraná. Vinte e seis mil em grau de recurso, no Tribunal em Curitiba. Para Rosas, o número de funcionários (cerca de 1.100) e de juízes (138 togados e 250 classistas) é insuficiente. ‘‘Precisaríamos ampliar os quadros para agilizarmos ainda mais o trabalho’’, afirma.
Rosas diz que conseguiu em agosto deste ano zerar o resíduo (espécie de estoque) de processos não julgados, entregando o comando do Tribunal sem pendências desse gênero. A busca da conciliação entre governo do Estado e servidores, na briga pelo pagamento dos precatórios, também ocupou parte dos últimos meses de sua gestão. O TRT conseguiu fechar acordo com o governo estadual, que passou a pagar em parcelas os débitos com os funcionários. (L.D)

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