Romeiros falam em 'sinais muito fortes'
PUBLICAÇÃO
sábado, 30 de julho de 2011
Eli Araujo <br> <br> Reportagem Local 
O advogado e empresário Rui Barbosa, de Dourados (MS), conheceu o recanto em Apucarana em 2008 e, desde então, só faltou em duas ocasiões. Ele diz que neste período aconteceram alguns ''sinais'' em sua vida, os quais define como ''muito fortes''.
O primeiro é o de uma rosa que recebeu no dia de seu aniversário, há três anos. A flor, segundo ele, embora esteja seca, não soltou as pétalas até o momento e ainda exala o perfume característico. O outro aconteceu quando participava de uma missa em sua cidade. Barbosa conta que uma tela teria surgido sobre a imagem de Cristo como se fosse o monitor de computador. ''Me assustei e chorei muito na igreja, mas entendi a mensagem.'' Segundo ele, a visão seria uma espécie de pedido para que iniciasse um projeto social.
Barbosa é um dos poucos que viram as chagas de Moroti, a quem considera uma pessoa ''muito reservada''. Segundo ele, o vidente sente muitas dores por causa das feridas que não cicatrizam. ''O sangramento é muito forte e tem um cheiro de perfume. Mas não é um perfume comum'', declara.
A administradora de empresas Elza Worbes mora no Rio de Janeiro e já esteve em Apucarana três vezes para acompanhar as aparições. Na primeira vez, ela afirma ter testemunhado um fenômeno no Sol. ''Foi uma experiência maravilhosa. Foi como se estivesse pulsando e algo no centro dele se movia em nossa direção. As nuvens em volta ficaram com as cores do arco-íris'', relata. Segundo ela, um fenômeno semelhante aconteceu também em Medjugorje, na ex-Iugoslávia, que se tornou um grande centro de peregrinação mundial.
Elza comenta que se ''sente mais feliz'' e que compreende ''melhor as coisas'' depois que conheceu o recanto e que planeja conhecer o lugar das aparições em Medjugorje.
A bióloga e comerciante Loreni Boaro, de Passo Fundo (RS), já esteve em Fátima, Portugal, e visitou três vezes o recanto em Apucarana. Ela diz que não vai ao local em busca de cura de doenças ou para solucionar problemas financeiros, embora já tenha conseguido inúmeras graças. ''Venho buscar o meu crescimento na fé, me abastecer através das aparições, ouvir as mensagens e colocá-las em prática e pedir a conversão de outros irmãos'', aponta.
Loreni diz que não tem como descrever a emoção que sente. ''Estou aqui por acreditar no Deus do impossível. O que sinto é uma experiência única e você teria olhar dentro de meu coração para compreender. Não há dinheiro que pague esta emoção'', explica.


