Rolim defendia fusões entre as empresas
O presidente da TAM, comandante Rolim Amaro, completaria 59 anos em 15 de setembro. Natural de Pereira Barreto, no interior de São Paulo, formou-se piloto comercial em 1963 e de linha aérea em 1964. Em 1963, foi admitido na TAM Táxi Aéreo Marília SA, como piloto comercial, posteriormente, como de linha aérea. Amaro adquiriu o controle acionário da TAM em 1972.
Ele fundou a TAM a partir da Táxi Aéreo Marília. Foi sócio da Vasp durante anos e só há três anos deixou de lado a participação naquela empresa. Sempre foi considerado um extrovertido, brincalhão e que gostava de viver.
Além da aeronáutica, Amaro gostava muito de futebol e mostrava a predileção pelo São Paulo. Também patrocinou o XV de Piracicaba, um clube do interior paulista.
Em junho de 1997 recebeu, pela terceira vez, o Prêmio Maiores e Melhores, da revista Exame, na categoria de melhor empresa do ano. O prêmio Revista Aero Magazine foi entregue a Amaro como Personalidade do Ano e à TAM como Empresa Aérea do Ano de 2000.
Ultimamente, nos pronunciamentos, buscava defender a idéia de uma aviação comercial brasileira forte, até com fusões entre empresas. Havia tentado uma fusão da TAM com a Transbrasil, mas não conseguiu. Ele prosseguia estudando a questão, pois entendia que somente uma aviação comercial forte poderia enfrentar as empresas internacionais que aqui aportam. Rolim disse que o Brasil, ao permitir a entrada no País de companhias internacionais, deveria dar condições de competitividade às empresas nacionais.





