A mor­te do es­tu­dan­te de Ciên­cias Atua­riais Fe­li­pe Ra­mos de Pai­va, de 24 ­anos, na noi­te da úl­ti­ma quar­ta-fei­ra, ba­lea­do na ca­be­ça no es­ta­cio­na­men­to da Uni­ver­si­da­de de São Pau­lo (USP), cho­cou o ­país e le­van­tou a ques­tão so­bre a se­gu­ran­ça nos cam­pi de uni­ver­si­da­des bra­si­lei­ras.
  O ris­co de as­sal­tos faz par­te da ro­ti­na de mui­tos es­tu­dan­tes e a si­tua­ção não é di­fe­ren­te na Uni­ver­si­da­de Es­ta­dual de Lon­dri­na (UEL). ‘‘Fal­ta se­gu­ran­ça, de­ve­ria ter ­mais guar­das e ilu­mi­na­ção tam­bém. Tem al­guns pon­tos que são mui­to es­cu­ros de ­noite’’, afir­ma a es­tu­dan­te He­loí­sa ­Huss, do cur­so de Geo­gra­fia.
  O che­fe da Di­vi­são de Se­gu­ran­ça da UEL, Flá­vio Ma­ra­nho de Li­ma, re­ve­la que des­de ju­nho de 2010 até es­te mês fo­ram re­gis­tra­das ape­nas qua­tro ocor­rên­cias no cam­pus. Ele ad­mi­te, no en­tan­to, que as es­ta­tís­ti­cas não abran­gem to­dos os ­atos vio­len­tos que acon­te­cem no cam­pus.
  Em re­la­ção ao po­li­cia­men­to ex­ter­no na uni­ver­si­da­de, Li­ma co­men­ta que ‘‘há um acor­do an­ti­go en­tre a po­lí­cia mi­li­tar e a guar­da da uni­ver­si­da­de. Quan­do é per­ce­bi­da qual­quer ir­re­gu­la­ri­da­de nós cha­ma­mos a ­polícia’’.
  Na Uni­ver­si­da­de Tec­no­ló­gi­ca Fe­de­ral do Pa­ra­ná, lo­ca­li­za­da no Jar­dim Mo­rum­bi (Zo­na Les­te), pro­fis­sio­nais e alu­nos re­cla­mam da fal­ta de ilu­mi­na­ção pú­bli­ca. No en­tan­to, não fo­ram re­gis­tra­dos as­sal­tos no en­tor­no da ins­ti­tui­ção de en­si­no. A ad­mi­nis­tra­ção mu­ni­ci­pal in­for­mou que a ins­ta­la­ção da ilu­mi­na­ção no lo­cal de­ve­rá ser rea­li­za­da até 15 de ju­lho.


● Abrangem técnicas específicas de análise de riscos e expectativas, principalmente na administração de seguros e fundos de pensão. Aplica conhecimentos específicos das matemáticas estatística e financeira


● Campi, no plural, é a palavra latina que deu origem ao termo português campo. Geralmente é sinônimo de pólo ou conjunto de centros de ensino

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