Concórdia, SC, 25 (AE) - A Maesa (Machadinho Energética S/A), um consórcio formado por 11 empresas, promove amanhã o desvio e fechamento do Rio Pelotas, entre as cidades de Piratuba (Santa Catarina) e Maximiliano de Almeida (RS) onde está sendo construída a Usina Hidrelétrica de Machadinho. O ministro das Minas e Energia, Rodolpho Tourinho Neto, os governadores Olivio Dutra (RS) e Esperidião Amin (SC) e Jaime Lerner (PR) além de executivos do Consórcio liderado pela Alcoa Alumínio participarão da solenidade.
A Hidroelétrica de Machadinho entrará em operação no segundo semestre de 2002 e vai gerar 1.140 MW de energia. As obras começaram no ano passado e vão exigir investimentos totais da ordem US$ 618 milhões. Para a formação do reservatório que abastecerá a usina de 64 quilômetros quadrados, 1.205 famílias foram deslocadas ou receberam indenização pelas terras que serão alagadas.
A Alcoa Alumínio é a líder do consórcio Maesa, com 23 74% de participação, seguida da Companhia Brasileira de Alumínio
que tem 10,88%. A Valesul, a Camargo Correa, a Cimento Rio Branco, a Votorantin e Inepar tem participações menores. As estatais de energia Celesc (SC) Copel (PR) e CEEE (RS) tem, respectivamente, 14,63%, 5,2% e 5,86% da usina.

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