Quem passa pelo Calçadão diariamente e, principalmente, quem trabalha por ali não vê a hora dos quiosques voltarem. "Muitas vezes eu vinha pra cá só para tomar um café, ir à banca, à floricultura. Os quiosques dão mais vida ao Calçadão. Sou favorável que voltem, mas sem vender bebida alcoólica", afirmou ontem o pintor Fábio Grandolfi, de 33 anos. A funcionária administrativa CQuem passa pelo Calçadão diariamente e, principalmente, quem trabalha por ali não vê a hora dos quiosques voltarem. "Muitas vezes eu vinha pra cá só para tomar um café, ir à banca, à floricultura. Os quiosques dão mais vida ao Calçadão. Sou favorável que voltem, mas sem vender bebida alcoólica", afirmou ontem o pintor Fábio Grandolfi, de 33 anos. A funcionária administrativa Celi Gabriel da Silva, que trabalha numa loja de calçados no trecho entre a Rua João Cândido e a Avenida São Paulo, contou que a retirada dos quiosques atrapalhou o comércio no local. "Foi péssimo para o comércio. Os próprios clientes reclamavam que não podiam tomar um café, um suco, enquanto vinham fazer as compras. Glória a Deus que eles voltem", brinca. A dona de casa Ivonete Soares também defendeu o retorno dos estabelecimentos, mas desde que bem organizados. "Se for fazer, tem que ser uma coisa padronizada, senão fica feio", ressalva. Ela criticou o acúmulo de entulho em um dos quiosques desativados no trecho entre as avenidas São Paulo e a Rio de Janeiro.
Dono da Banca do Tito, que por mais de 35 anos funcionou ao lado da Concha Acústica, José Tito de Souza disse que a prefeitura deveria chamar os proprietários dos antigos quiosques e bancas do Calçadão para tratar da retomada desses espaços. "Adianta eu sair daqui, participar da licitação e perder? O certo era a prefeitura chamar quem já tinha espaço ali", critica. Ele admitiu que desde que mudou a banca para uma das salas do Centro Comercial, há quatro anos, os clientes passaram a ter mais segurança e conforto. "Mas se me perguntarem se eu quero voltar pro Calçadão, volto amanhã", confessa. (D.P.)eli Gabriel da Silva, que trabalha numa loja de calçados no trecho entre a Rua João Cândido e a Avenida São Paulo, contou que a retirada dos quiosques atrapalhou o comércio no local. "Foi péssimo para o comércio. Os próprios clientes reclamavam que não podiam tomar um café, um suco, enquanto vinham fazer as compras. Glória a Deus que eles voltem", brinca. A dona de casa Ivonete Soares também defendeu o retorno dos estabelecimentos, mas desde que bem organizados. "Se for fazer, tem que ser uma coisa padronizada, senão fica feio", ressalva. Ela criticou o acúmulo de entulho em um dos quiosques desativados no trecho entre as avenidas São Paulo e a Rio de Janeiro.
Dono da Banca do Tito, que por mais de 35 anos funcionou ao lado da Concha Acústica, José Tito de Souza disse que a prefeitura deveria chamar os proprietários dos antigos quiosques e bancas do Calçadão para tratar da retomada desses espaços. "Adianta eu sair daqui, participar da licitação e perder? O certo era a prefeitura chamar quem já tinha espaço ali", critica. Ele admitiu que desde que mudou a banca para uma das salas do Centro Comercial, há quatro anos, os clientes passaram a ter mais segurança e conforto. "Mas se me perguntarem se eu quero voltar pro Calçadão, volto amanhã", confessa. (D.P.)

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