Por causa do alto custo da inulina, a pesquisa contou com financiamento da Fundação Araucária, do governo do Estado, da Orafti, empresa belga que produz a inulina na Europa e forneceu o produto, e da pró-reitoria de pesquisa e pós-graduação da Unifil.
  A expectativa agora é publicar os resultados em um artigo na ‘‘Journal of Nutrition’’, revista britânica reconhecida mundialmente na área. O estudo ainda valeu para Mariana uma vaga no mestrado da Universidade de São Paulo (USP). ‘‘A idéia é ampliá-lo partindo para a experimentação humana’’, informa o biólogo e professor Rodrigo Juliano Oliveira.
  Segundo ele, este foi o primeiro trabalho em Londrina a utilizar o teste de focos de criptas aberrantes. ‘‘A tecnologia foi trazida ao Brasil pela professora Daisy Maria Fávaro Salvadori, da Unesp de Botucatu, e é uma técnica que permite a visualização da lesão preditiva do câncer’’, aponta.
  Outras linhas de pesquisa na Unifil, segundo ele, estão estudando o uso da inulina em animais desnutridos e em animais com restrição alimentar.
  As pesquisas são aprovadas pelo comitê de ética da Universidade Estadual de Londrina (UEL), instituição que avalia pesquisa científica com animais na cidade. (C.P.)

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