Resultado mostra que haverá competição, diz Zylbersztajn
Rio, 15 (AE) - O diretor geral da ANP, David Zylbersztajn, disse há pouco que o resultado do primeiro módulo de áreas de licitação demonstra que vai realmente haver competição no setor nos próximos anos. "Nossa intenção não era a de estampar um número enorme de ágio, mas sim de facilitar a competição", disse ele sobre o ágio de 53.500% constatado na Bacia de Santos. Ele reafirmou que o bloco da Bacia do Paraná, para o qual não houve oferta, pode voltar a ser licitado ainda hoje ou amanhã , dependendo da decisão da comissão especial de licitação. "É provável que em função da disponibilidade de investimentos de empresas que façam lances por outras áreas e que não sejam vencedoras voltem a se interessar por ofertas na Bacia do Paraná", disse. Ele disse, no entanto, que era previsível que houvesse algumas áreas sem candidatos.
O ministro Rodolpho Tourinho, das Minas e Energia, informou ainda que, apesar de não ter decidido por nenhum tipo de isenção direta para a indústria nacional, o governo decidiu tratar como equipamentos importados todos os equivalentes produzidos no País. Isso significa que máquinas para utilização na exploração e produção de petróleo que sejam fabricadas por empresas sediadas no Brasil terão o mesmo tipo de benefício dado aos equipamentos trazidos com isenção tributária temporária de importação, que não pagam ICMS, imposto de importação e nem IPI.





