RIO - Os sete jurados sorteados para o julgamento de Paula Thomaz responderam a seis quesitos formulados pelo juiz José Geraldo Antônio, com base no libelo acusatório. As duas primeiras perguntas não diziam respeito diretamente a Paula Thomaz. Essas questões eram referentes aos golpes desferidos por ‘‘terceira pessoa’’ (Guilherme de Pádua) contra Daniella Perez e ao fato de esses golpes terem causado a morte da atriz.
A acusação contra Paula estava concentrada no terceiro quesito. Foi perguntado se Paula Thomaz ‘‘consciente e voluntariamente, concorreu, com eficácia, para a prática do crime, uma vez que, por idêntica motivação, ajustou previamente com aquela terceira pessoa a forma e o cometimento do ilícito, fazendo-se presente ao cenário delitivo e prestando auxílio moral ao seu executor, encorajando-o com sua presença solidária’’. Quatro jurados concordaram com essa tese, decretando a condenação de Paula.
As duas perguntas seguintes se referiam às circunstâncias que qualificariam o crime: motivação torpe e impossibilidade de defesa da vítima. Nos dois casos, foram aceitas as teses da acusação.

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