Segundo nota divulgada ontem pela Comissão Municipal de Trânsito e Urbanização de Londrina (CMTU), as multas aplicadas pelos videovigias, nas características dos instalados em Londrina, têm plena validade e estão em acordo com a legislação vigente. A resolução 141 do Conselho Nacional de Trânsito (Contran), que estabelece as normas de validade de radares eletrônicos, confirma a legalidade das multas aplicadas no município.
A nota da CMTU destaca que a principal preocupação do Contran ao editar a nova resolução foi disciplinar a instalação de radares eletrônicos, evitando os que apenas visavam a quantidade de infrações praticadas, criando a chamada ''indústria de multas''. É que cidades como Curitiba e São Paulo terceirizam a operação dos radares para empresas particulares, que recebem um percentual sobre o valor das multas aplicadas.
Segundo o presidente da Comissão Municipal de Trânsito e Urbanização, Wilson Sella, ''o principal ponto é que a própria CMTU instala o equipamento, que passa pela aferição do Inmetro, e opera o sistema. Além disso, nosso equipamento registra a sequência de imagem, permitindo a demonstração completa da infração cometida e, um agente municipal, autoridade de trânsito, é quem homologa a multa'', explica. ''Os oito vídeo vigias instalados na cidade são fixos, facilitando ao motorista a sua percepção'', acrescenta.

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