Com o problema da febre amarela assustando a população brasileira e a dengue que, em muitas regiões do país, ainda está fora de controle, o ideal mesmo é tentar se proteger ao máximo dos insetos transmissores destas doenças.

É nessa época do ano que a presença de várias espécies de mosquitos são mais frequentes, principalmente em praias e beiras de riachos e lagoas. Para evitar as picadas indesejadas, os repelentes podem ser uma das armas. No entanto, é preciso estar atento para alguns detalhes antes do uso deste tipo de produto.

Os repelentes são classificados como cosméticos e devem ser evitados na área dos olhos, boca e nariz.

Existem duas fórmula básicas de componentes: os industrializados, mais fortes e com uma durabilidade de cerca de quatro horas, e os naturais, feitos à base de citronela ou cânfora. Estes podem proteger por, no máximo, três horas e, por isso, devem ser reaplicados dentro deste período.

Uma dica é sempre usar o repelente apenas nas áreas do corpo que ficam expostas e sempre fazer um teste em uma pequena área do braço, por exemplo, antes da aplicação completa do produto. Isso pode evitar algum tipo de reação alérgica mais complicada.

Outro detalhe importante é que os repelentes não devem ser usados em crianças com menos de seis meses de idade. Nesses casos, o ideal mesmo é usar aqueles mosquiteiros para cobrir os berços e carrinhos.

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