Estimativas revelam que 70% da população tem insônia em determinado momento da vida. Ela surge de forma aguda em função de algum problema - como perda do emprego, morte na família - ou crônica, que dura bastante tempo. Em todos os casos é necessário um acompanhamento médico e o tratamento vai depender da causa do problema.
Mas cada vez mais, um novo conceito tem relacionado o tratamento da insônia juntamente com a depressão. Segundo especialistas, pode ocorrer uma depressão preexistente, em que a insônia aparece como um sintoma. Também ocorrem episódios em que o quadro depressivo surge após algum tempo como consequência da dificuldade de dormir.
Geralmente, a insônia inicia antes da depressão, continua e termina depois. Mas se o paciente não tem o problema, a doença se instala no período de 6 e 12 meses após o diagnóstico do quadro depressivo. Com esta visão de relacionar a depressão e a insônia, os médicos estão receitando medicamentos que seguem a mesma linha. Assim, o consumo de antidepressivos com efeito sedativo está praticamente dobrando. Além disso, pode-se combinar um hipnótico com um antidepressivo. Além da medicação, há alguns hábitos que são indicados para quem tem problemas para dormir. (Agência Graffo)

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