Brasília - Os remédios estarão 8,64% mais caros, em média, a partir de hoje, sendo que o reajuste máximo poderá chegar a 9,92%. Segundo informou ontem a assessoria de imprensa da Agência Nacional de Vigilância Sanitária (Anvisa) que exerce a secretaria-executiva da Câmara de Medicamentos , o reajuste é extraordinário e se deve à desvalorização do real frente ao dólar, que provocou aumento de preço de insumos para fabricação de medicamentos. O preço dos remédios é regulado pelo governo desde 2000. O último reajuste, numa média de 4,4% e máximo de 5,83%, ocorreu em janeiro deste ano. Da Câmara de Medicamentos fazem parte, além do Ministério da Saúde, os Ministérios da Fazenda e da Justiça.

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