O princípio ativo Rofecoxibe componente do Bextra e do Viox é inibidor da enzima Cox2, que funciona como mecanismo de mediação da inflamação. ''O problema inflamatório melhora com o uso dessas drogas mas, a longo prazo, provoca o espessamento da parede da artéria facilitando o infarto e derrame'', explica. De acordo com ela, o uso contínuo do Bextra, em uma dose diária de 25 mg, aumenta o risco cardíaco em 53%.
O laboratório Pfizer afirma que acata a decisão das autoridades, mas considera que ''os benefícios deste medicamento superam os seus riscos''. Segundo a Pfizer, as discussões científicas com os órgãos irão continuar para que o remédio seja mantido como opção terapêutica. A prioridade do laboratório no momento é informar médicos e pacientes sobre a decisão. Farmácias e distribuidores serão comunicados sobre como proceder para a devolução do Bextra. A Pfizer colocou à disposição um telefone para o esclarecimento de dúvidas: 0800-709-7015. (M.G.)

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