Relíquias de Santo Antônio chegam sábado a Maringá
Marcos Zanatta
De Maringá
As relíquias de Santo Antônio de Pádua, que estão percorrendo o Brasil, chegam em Maringá sábado que vem. A Arquidiocese de Maringá e a Paróquia de Santo Antônio, na Vila Santo Antônio, estão preparando uma festa para a estada das relíquias, que saíram da cidade de Pádua, na Itália, e estão percorrendo o mundo em comemoração ao oitavo centenário de nascimento do santo.
As relíquias parte do tórax e da garganta do santo já passaram pelos Estados Unidos, Portugal, Indonésia, Polônia e Alemanha. A chegada em Maringá está prevista para as 18 horas de sábado.
Fiéis vão recepcionar a imagem com as relíquias na PR-317, na entrada da cidade, próximo ao trevo do Contorno Sul, seguindo em carreata até a paróquia de Santo Antônio. Às 19h30 será celebrada uma missa, seguida de bênção de todos os Antônios e Antônias. Ainda no sábado, será realizada uma celebração da palavra para os jovens e, às 23 horas, a missa dos namorados.
No domingo, a programação inclui missas às 7h30 e às 10 horas (para crianças), procissão às 19 horas, partindo da Praça Farroupilha, no Jardim Alvorada, seguida de missa dos casais. Segunda e terça-feira serão realizadas missas especiais pela manhã e à tarde. Durante os intervalos das celebrações estão programadas vigílias e visitas.
O padre Dirceu Alves do Nascimento, da Igreja de Santo Antônio, comemora a presença das relíquias. Ele diz que depois de Nossa Senhora, Santo Antônio é o mais venerado em todo o mundo. Tanto que o Papa Leão XIII chamou Santo Antônio de Santo do Mundo Inteiro.
Segundo padre Dirceu, poucos devotos sabem que Santo Antônio é o doutor da Igreja, teólogo e orador sacro que cominava as ciências profanas e sabia de cor as Sagradas Escrituras. O povo conhece o Santo Antônio taumaturgo dos pequenos milagres caseiros, que abençoa o casamento, protege das maldades e não deixa faltar pão à mesa.
A Igreja Católica, continua o padre, tem 120 beatos e santos com o nome de Antônio. Mas Santo Antônio mesmo é o de Pádua, que muitos pensam ter vivido no Brasil, e que tem uma imagem em cada igreja ou capela no País, esclarece.





