Curitiba - Reitores de quatro universidades estaduais Universidade de Maringá (UEM), Universidade de Ponta Grossa (UEPG), Universidade do Centro-Oeste (Unicentro) e Universidade do Oeste do Paraná (Unioeste) deram explicações ontem ao vice-governador Orlando Pessuti (PMDB) e ao secretário de Estado da Ciência, Tecnologia e Ensino Superior, Aldair Rizzi, sobre a situação atual das universidades e dos 43 cursos que entraram na lista de cancelamentos do governo estadual na semana passada. A reitora da Universidade Estadual de Londrina (UEL), Lygia Pupatto, já havia feito a explanação na semana passada. A UEL teve apenas um curso na lista.
''A reunião foi positiva porque pudemos mostrar a situação das nossas universidades e a importância dos cursos para a economia da região'', disse o reitor da UEM, Gilberto Pavanelli. A próxima etapa da ''campanha'' dos reitores é enviar ao governo documentos que comprovam que a criação regular dos 43 cursos.
O governador Roberto Requião (PMDB) não participou da reunião. Disse, depois, que o aumento salarial dos professores dificultará o repasse de verbas às universidades (leia em Política). Pavanelli afirmou que a UEM (com 21 cursos na lista), está disposta a ajudar o governo bancando os cursos que não precisam de laboratórios e buscando parcerias.

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