As re­gras fo­ram pro­pos­tas ­após qua­tro ­anos de es­tu­do, por um gru­po es­pe­cial que reu­niu es­pe­cia­lis­tas em trans­por­tes, ­além de in­te­gran­tes da Coor­de­na­do­ria Na­cio­nal pa­ra In­te­gra­ção da Pes­soa Por­ta­do­ra de De­fi­ciên­cia, dos Mi­nis­té­rios das Ci­da­des e dos Trans­por­tes, da ­ABNT, do In­me­tro, da Ma­ri­nha e das Agên­cias Na­cio­nais de Trans­por­tes Ter­res­tres (­ANTT) e de Trans­por­tes Aqua­viá­rios (An­taq). Pa­ra o di­re­tor de Qua­li­da­de do In­me­tro, Al­fre­do Lo­bo, tra­ta-se de um avan­ço pa­ra o ­País. ‘‘O Bra­sil tem pro­pi­cia­do con­di­ções de mo­bi­li­da­de pa­ra um nú­me­ro enor­me de ci­da­dãos com di­fi­cul­da­des de mo­bi­li­da­de.’’
  A ­maior di­fi­cul­da­de nes­se pro­ces­so ain­da de­ve en­vol­ver a adap­ta­ção de em­bar­ca­ções. Os ca­pí­tu­los da re­gu­la­men­ta­ção re­la­ti­vos ao trans­por­te aqua­viá­rio re­sul­ta­ram de uma pes­qui­sa iné­di­ta, coor­de­na­da pe­lo In­me­tro em 363 ter­mi­nais de 243 lo­ca­li­da­des. (A.E.)

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