Aprovada em 2001, a Lei da Reforma Psiquiátrica (nº 10.216) promoveu uma revolução na forma como é encarado o cuidado de pessoas com transtornos mentais. Foi vetada a internação em instituições psiquiátricas com característica de asilo, que seriam substituídas por programas que propõem tratamento humanizado. Mas, afirmam especialistas, a rede substitutiva está muito aquém da demanda. Grandes hospitais psiquiátricos foram desativados (um fechamento total de 17.536 leitos). No entanto, mais de 35 mil ainda existem.

A rede substitutiva é formada pelos Centros de Assistência Psicossocial (Caps), residências terapêuticas e o programa De Volta pra Casa. Atualmente, há em todo o País 1.513 Caps e 596 residências terapêuticas. Na Região Norte do Paraná, apenas Maringá possui residência terapêutica. Quanto ao De Volta pra Casa, 3.445 pacientes são atendidos no Brasil e recebem auxílio mensal de R$ 320. Em Londrina, não há beneficiados.

Como funciona exatamente a rede de tratamento substitutiva? Entenda na matéria de Davi Baldussi.

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