Belém- Rayfran das Neves de Jesus, assassino confesso da irmã Dorothy Stang, e o co-autor Clodoaldo Batista, o Eduardo, confirmaram em um segundo depoimento que a arma usada no crime pertencia ao capataz Amair Feijoli Cunha e a munição era do fazendeiro Vitalmiro Moura, acusado de ser o mandante do crime, foragido. As declarações sobre a participação do fazendeiro no assassinato reforçou a suspeita de um consórcio de fazendeiros e madeireiros da região no crime. Dorothy foi morta dia 12 de fevereiro, em Anapu, PA.

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