Um coração ‘‘dividido’’, um pulmão ‘‘apertado’’, uma garganta ‘‘fechada’’. A linguagem figurativa remete a emoções como a dificuldade de fazer escolhas, de dizer ‘não’ ou de expressar as próprias vontades. Mas, não só. Na terapia quântica, elas são reais, energeticamente falando, podendo até ser visualizadas. Em Londrina, quem utiliza a técnica que promove reequilíbrio energético e das saúdes física, mental, emocional e espiritual é a terapeuta reikiana e de cura quântica Nilvana Benedita da Silva.
O propósito, segundo a terapeuta, é o equilíbrio da energia no indivíduo. Isso vai propiciar mais autoconhecimento, o que, por sua vez, leva à consciência da origem de alguns problemas e doenças e à sua cura. ‘‘O terapeuta de cura quântica traz o remédio para ajudar o paciente a se reconectar com sua própria essência, ao seu eu verdadeiro. Nas suas recomendações, o terapeuta pode sugerir mudanças de vida, que levarão a novos caminhos, que impedirão de se cair nos mesmos erros e principalmente de refazer as mesmas doenças’’, explica.
Nilvana ressalta que terapias que têm por base a física quântica consideram que tudo o que a pessoa viveu, lembrando ou não, fica ‘‘registrado’’ no corpo através de emoções e energias, que podem afetar células, órgãos e o organismo como um todo. Assim, dores e problemas estomacais, por exemplo, podem ter origem em algum tipo de dificuldade de aceitação, de fatos, dos outros ou de si mesmo. ‘‘Nos ‘alimentamos’ de tudo que a gente vive, e se há uma dificuldade em digerir, de aceitar aquilo como seu, a energia fica parada ali te trazendo desconforto, dores e, com o tempo, doenças’’, diz.
A terapia começa com a aplicação de Reiki, que além de promover o relaxamento, inicia o reequilíbrio da energia. Mas, por que não só o Reiki? ‘‘Porque ele trabalha com uma energia mais sutil e existem energias além do que ele suporta. Apenas com o Reiki, o processo de cura seria muito demorado’’.
Com as mãos empostadas a poucos centímetros do corpo do paciente, assim como no Reiki, começa o processo de cura quântica propriamente dito, momento em que o terapeuta chega a visualizar as energias em determinadas partes do corpo. É aí que aparecem para o terapeuta imagens como as citadas no início desse texto e que deixam explícito o estado emocional do paciente. O próprio corpo dá informações de como está, e o terapeuta, através da mentalização de cores e de mensagens positivas, envia novas informações para a energia se autorregular.
A terapia quântica, segundo Nilvana, tem efeito principalmente em males ‘‘que te separam de você mesmo’’, como o estresse, dores sem motivo, depressão, desordem mental, sensação de perda do controle da própria vida, medos excessivos, fobias, estados constantes de indecisões e incapacidade de planejar o próprio futuro.
‘‘A terapia ajuda a eliminar, de forma harmoniosa, o que está te impedindo de transformar-se, de modificar-se. E se for realmente uma vontade séria de se curar do que o aflige, incorporando para isso melhores e novos hábitos, a cura ocorrerá e o paciente terá ciência de que a única forma de continuar saudável é a autotransformação constante’’, afirma.

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