Arquivo FolhaPrimeira vítimaO trabalho infantil no Paraná está fortemente concentrado no campo. Para cada dez crianças entre 10 e 14 anos que trabalham no Estado, nove estão nas zonas ruraisCrianças portadoras de deficiências em São Paulo estão conquistando espaços em escolas comuns de educação infantil e 1º grau. A experiência, que se resumia a alguns estabelecimentos particulares de ensino, começa a expandir-se na rede pública com base na Lei de Diretrizes e Bases (LDB). A proposta, tema da pedagogia da inclusão, é um passo adiante numa área cercada de mitos e discriminações.
A partir deste ano, a Secretaria Municipal da Família e do Bem-Estar Social (Fabes) reservou para os deficientes 5% das vagas das 714 creches municipais ou com convênio.
São números ainda modestos para um contingente de 10% da população, cálculo do percentual médio de deficientes conforme padrões da Organização Mundial de Saúde (OMS). Mas a Secretaria Estadual de Educação de São Paulo planeja reforçar o número de salas de recurso (de apoio ao trabalho normal) para sustentar em classes regulares esses alunos especiais.

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