Logo no início da vigência da Lei Seca, Londrina não possuía nenhum aparelho de bafômetro. Segundo o comandante da Companhia de Trânsito de Londrina, capitão Mario Andrade, hoje, existem oito aparelhos disponíveis na Companhia que são utilizados em todas as operações na cidade. ''O etilômetro veio imcrementar nossas ações de fiscalização. Mas é importante destacar que não é o único mecanismo'', afirma. Porém, o número de flagrantes de motoristas embriagados teve pequena variação para menos entre o primeiro trimestre deste ano contra igual período de 2010.
Segundo ele, a recusa ao teste do bafômetro não impede que a pessoa seja autuada administrativa e criminalmente. ''O aparelho veio auxiliar nosso trabalho. Mas engana-se aquele que ao dirigir embriagado e não fizer o teste ficará livre de punição'', conta, referindo-se sobre o laudo de constatação de sinais de embriaguez e termo de recusa, procedimentos realizados pelos policiais.
Exatamente as recusas podem ser a explicação para o número de autuações não apresentarem um crescimento significativo de um ano para outro. Foram 55 autuações por embriaguez nos três primeiros meses de 2011 contra 62 autuações no mesmo período de 2010. No entanto, a Companhia não consegue discriminar deste total quantas pessoas se recusaram a fazer o teste ou não. Estima-se que de cada dez pessoas, apenas uma faça o teste. (M.T.)

mockup