Recordes negativos nos últimos sete meses
Nos últimos sete meses, a Petrobras vem produzindo recordes negativos no Estado. O primeiro foi registrado no dia 16 de julho quando cerca de 4,3 milhões de petróleo cru vazaram da Repar, em Araucária. Metade do combustível foi parar nos rios Barigui e Iguaçu, o mais prejudicado. O acidente foi considerado o maior do mundo em água doce. A Petrobras levou uma multa de R$ 168 milhões do Ibama, que ainda está sendo contestada pela empresa.
Por coincidência, na data em que o megavazamento completou sete meses, a Petrobras voltou a enfrentar problemas em Morretes no oleoduto que leva combustível de Araucária a Paranaguá. A cidade portuária também foi cenário de outro vazamento no dia 27 de outubro. Cerca de 450 litros de óleo diesel vazaram do mesmo oleoduto que apresentou problemas na manhã ontem. O óleo chegou a alcançar a Baía de Paranaguá. Na época, a empresa admitiu um vazamento de 3 mil litros, mas corrigiu a quantidade.
Não é possível que a Petrobras continue a sofrer todos esses desastres um em cima do outro aqui no Paraná. É preciso realizar uma auditoria externa para saber o que está acontecendo. Tudo é muito estranho, comentou a ambientalista Lídia Lucaski. (D.V.)





