Curitiba - O Centro de Operações Policiais Especiais (Cope), responsável pelas investigações da morte do delegado de Pontal do Paraná, José Antônio Zuba, e do funcionário público Adilson da Silva, deve marcar para os próximos dias a reconstituição do crime, quando serão confrontados os depoimentos dos dois acusados presos com as declarações das duas investigadoras, que trabalhavam com o delegado no momento em que ele foi morto.
Preso no último sábado em Joinville (SC), Paulo Roberto Pereira Quintal, de 36 anos, conhecido como Paulo ''Tutancamon'', admitiu que participou do assassinato, mas disse que não foi autor dos disparos.
Tanto ele como o outro acusado, Diego Vidal Coutinho, de 20 anos, preso no dia do crime, teriam dito que quem efetuou os tiros foram Felipe ''Tex'' e Paulo Aparecido Alves de Abreu ''Gauchinho'', ambos mortos no dia 26, durante confronto com a polícia na região de Pirabeiraba (SC)..
Tutancamon confirmou que o grupo veio do Rio de Janeiro com objetivo de fazer assaltos em Curitiba. O delegado Zuba, o funcionário público e as duas investigadoras foram fazer uma abordagem policial em um camping no balneário Carmery, em Pontal, no dia 24 de agosto, para verificar uma denúncia sobre a presença de homens armados no local, e foram recebidos a tiros.

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