Raytheon quer ampliar negócios no Brasil
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segunda-feira, 14 de junho de 1999
Por Milton F.da Rocha Filho 
São Paulo, 15 (AE) - A poderosa Raytheon norteamericana, com faturamento anual estimado em US$ 20 bilhões e que implanta no País atualmente o Projeto Sivam, o chamado Sistema de Vigilância da Amazônia, no valor de US$ 1,4 bilhão, está em busca de novos negócios no País, através de parcerias ou até de joint-ventures, anunciou o seu novo presidente Gregory Vuksich.
O executivo salientou que "a Raytheon já analisa novos negócios e, por isso, tem já no País um especialista em novas oportunidades". Mas esta posição da companhia não vale somente para o Brasil, mas para a América Latina por inteiro, disse ele. Lembrou que a Raytheon atualmente, além do Sivam, também vende aviões executivos no Brasil.
Os setores que estão sendo analisados pela Raytheon no momento, segundo Vuksich, estão nas áreas de construção de refinarias de petróleo, indústrias farmacêuticas ou químicas ou ainda usinas geradoras de energia. "Temos tecnologia para isso. Por isso podemos entrar aqui ou em joint-venture ou com outro tipo de parceria", disse. Gregory esteve em visita ao Grupo Estado nesse ínicio de semana.


