Queimado vivo na cama do hospital
A Secretaria de Saúde do Amazonas determinou ontem abertura de inquérito policial e processo administrativo para investigar a morte do artesão Wanderlan Abss Farah, que foi queimado vivo quando estava com uma camisa-de-força na enfermaria do manicômio estadual Centro Psiquiátrico Eduardo Ribeiro, em Manaus, no dia 21. A equipe médica que atendeu o artesão também foi afastada. A sindicância interna do centro, concluída ontem, não apontou o autor do crime, segundo o diretor do manicômio, Laerte Maués. Foram ouvidas 11 pessoas e a sindicância durou dez dias. A família do artesão suspeita que há o envolvimento de funcionários no caso.





