Queda de barreira interdita BR-476 em Tunas do Paraná
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segunda-feira, 12 de outubro de 2015
Vítor Ogawa<br>Reportagem Local 
Uma queda de barreira provocada pela chuva, que interditou totalmente a BR-476 (Estrada da Ribeira), em Tunas do Paraná, na região metropolitana de Curitiba, no domingo, continua interrompendo a pista parcialmente. Segundo informações da Polícia Rodoviária Federal, a queda da barreira aconteceu por volta do meio dia, mas a equipe só foi acionada por volta das 14 horas. O município de Adrianópolis (RMC) chegou a ficar ilhado. "As nossas equipes estão trabalhando com dificuldades, já que naquele ponto a comunicação é precária. Nem o rádio, nem o telefone celular funcionam naquele lugar", afirmou o policial rodoviário Zardo.
Segundo o engenheiro João Sautchuk, supervisor e chefe de serviço do Departamento Nacional de Infra Estrutura de Transporte (DNIT), da unidade de Colombo (região metropolitana de Curitiba), cerca de 2 mil metros cúbicos de terra e rochas interromperam o fluxo na via. "Conseguimos liberar uma faixa apenas para veículos de passeio por volta das 2 horas da madrugada de hoje (ontem), no entanto o fluxo de caminhões e de ônibus não pôde ser liberado", afirmou. De acordo com o engenheiro, havia grandes blocos de rocha no meio da massa de terra, um desses blocos ele estima que seja de aproximadamente 30 toneladas.
Sautchuk afirmou que os operários estão trabalhando entre 20 minutos e uma hora, realizam a limpeza da pista e depois liberam um pouco o tráfego para que a circulação não fique totalmente interrompida. Até o fechamento desta edição o fluxo continuava parcialmente interrompido, mas a previsão era de que até às 22 horas de ontem esse fluxo seria liberado.
O prefeito de Adrianópolis, João Manoel Pampanini (PT), afirmou que a queda de barreira deixou o município parado. "Como os ônibus não estão conseguindo atravessar, Adrianópolis e parte do interior de São Paulo foram prejudicadas, já que as pessoas não estão conseguindo voltar. Muitos estão tendo que vir por Ponta Grossa", explicou. Ele apontou que a estrada foi feita aproveitando um leito visando não estragar a mata, no entanto não fizeram barreiras de contenção. "Sempre acontece de deslizar barreiras. A gente convive com isso constantemente quando chove", criticou.


