Os úl­ti­mos ­dias fo­ram re­ple­tos de com­pli­ca­ções no trá­fe­go aé­reo da Amé­ri­ca do Sul por cau­sa das cin­zas do vul­cão chi­le­no Pu­ye­hue, que en­trou em erup­ção no dia 4 de ju­nho. Os ae­ro­por­tos bra­si­lei­ros so­fre­ram as con­se­quên­cias com inú­me­ros atra­sos e can­ce­la­men­tos, mes­mo nos ­voos do­més­ti­cos.
  Os ae­ro­por­tos de Por­to Ale­gre, Flo­ria­nó­po­lis, Na­ve­gan­tes, Pe­lo­tas, Join­vil­le, Cha­pe­có, Cri­ciú­ma e Cu­ri­ti­ba sus­pen­de­ram qua­se to­dos os ­seus ­voos, no fi­nal da se­ma­na pas­sa­da, atra­pa­lhan­do as­sim to­da a ma­lha aé­rea bra­si­lei­ra.
  A nu­vem vul­câ­ni­ca do Pu­ye­hue che­gou a atin­gir as re­giões me­tro­po­li­ta­nas de Flo­ria­nó­po­lis e Cu­ri­ti­ba, ­além de ocu­par 70% do ter­ri­tó­rio do Rio Gran­de do Sul.
  A si­tua­ção já es­ta­va me­nos com­pli­ca­da na Amé­ri­ca do Sul no do­min­go. Por ou­tro la­do, a nu­vem de cin­zas pro­ve­nien­te do vul­cão chi­le­no ha­via che­ga­do à Ocea­nia e pro­vo­ca­do can­ce­la­men­tos de ­voos na Aus­trá­lia e na No­va Ze­lân­dia.


● Vôos realizados dentro do território brasileiro


● Vulcão chileno localizado na Cordilheira dos Andes, entrou em erupção após 50 anos de sua primeira atividade

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