O promotor de Saúde Pública de Londrina, Paulo Tavares, afirmou que a situação dos leitos de UTI neonatal na cidade ''é muito preocupante'' e que já oficiou a secretária municipal de Saúde e a diretora da 17Regional de Saúde para que tomem providências imediatas.
''É um trabalho do gestor de saúde, que terá que encaminhar essa demanda. O Ministério Público (MP) está atento e vai acompanhar essa questão'', assegurou. Tavares foi informado pela diretoria do Hospital Evangélico (HE) que a UTI neonatal da instituição está superlotada. A assessoria de imprensa da Santa Casa disse à FOLHA que até ontem o hospital estava com um paciente a mais do que a capacidade nos leitos infantis e que já foi requisitado a receber mais duas crianças hoje - uma é de Ponta Grossa.
''Londrina recebe pacientes não apenas de toda a 17, mas até de outras regionais do Estado. Essa superlotação é antiga e já nos motivou a entrar com duas ações'', frisou o promotor. Segundo ele, a última está nas mãos do juiz da Vara de Infância e Juventude para emissão de sentença. ''Esperamos que se julgue a ação procedente e que se determine a ampliação da UTI neonatal no Hospital Universitário (HU)'', apelou.(V.N.)

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