Promotora aponta divergências em depoimentos
Londrina - Antes do depoimento de Dayane, o primeiro acusado, Alan Henrique da Silva, foi interrogado. O depoimento dele começou às 18h30. Ele afirmou que não conhecia Amanda nem Denise Madureira e que só conhecia Dayane de vista ''Não sei por que ela me acusou. Não matei (a Amanda)'', afirmou. A promotora Suzana Lacerda identificou várias divergências entre os depoimentos prestados na delegacia e em juízo.
Nos autos do processo consta que os acusados teriam participado de uma festa à fantasia na noite do crime. O evento foi realizado na casa da irmã do acusado Alan Henrique. Uma das testemunhas que prestou depoimento era Romildo da Silva, ele afirmou que na noite do crime trabalhou como segurança em uma festa à fantasia. ''Coloquei Dayane para dentro (da festa) e vi o Luis na festa mais tarde. O Alan chegou de moto no início da festa, mas logo saiu'', disse. A irmã da dona da festa afirmou que não viu Dayane nem Luiz no evento.
Um ex-funcionário, que na época do crime trabalhava como eletricista na instituição disse que viu um vulto saindo da casa de máquinas da instituição por volta das 21 horas. ''A casa sempre ficou com as portas abertas. Não havia câmeras nos corredores, apenas no ginásio'', afirmou. O vigia de um posto na Avenida Inglaterra, Roberto Mendes da Silva, disse em seu depoimento que ouviu Dayane confessar o crime para Isaias, funcionário do estabelecimento. ''Ela falou que tinha matado alguém, não tocou no nome dos outros acusados'', disse ele em depoimento.(M.A. e P.C.B.)





