O promotor Cláudio César Cortesia disse ter tomado conhecimento do depoimento de Eliane Karling à Corregedoria através da Folha. ‘‘Não há pé nem cabeça no que ela disse’’, comentou. Ele afirmou que ouviu a menor ‘‘sem nenhum tipo de pressão’’. Lembrou que o depoimento ocorreu na presença do marido dela, de seus pais e de um representante da OAB em Quedas do Iguaçu.
Cortesia disse que a menor revelou ‘‘ter sido pressionada’’ pela advogada Andréia Indalêncio e coordenadores do acampamento para fazer o desmentido em Cascavel ‘‘sob ameaças diversas’’.
O corregedor-adjunto da Corregedoria, Sérgio Signorini, disse ontem à Folha que o procedimento que está sendo instaurado para apurar os fatos relacionados à atuação de Cortesia atende pedido de providências feito por Eliane Karling e seu marido.
Signori relatou que o caso está aos cuidados do subcorregedor Ernani de Souza Cuba Júnior, que deve solicitar possivelmente hoje informações ao promotor, que terá 10 dias para responder. (P.P)

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