Milwaukee, EUA, 07 (AE-AP) - Um promotor do Estado americano de Winsconsin formulou queixa de estupro e sequestro contra um réu anônimo, utilizando para isso amostras de DNA do desconhecido.
A pessoa desconhecida só é identificado pelo código de seu DNA, extraído de amostras de sêmen em três casos de estupro - amostras analisadas após seis anos de armazenagem uma sala especial da polícia.
A estratégia da promotoria é uma tentativa de ficar no prazo-limite de seis anos para formular acusação no único dos três casos em que isso ainda não aconteceu. O mandado de prisão precisa identificar a pessoa a ser detida, e este cita "John Doe (Fulano de Tal), homem desconhecido cujo perfil de ácido desoxirribonuclêico (DNA) combina" com as amostras.
O mandado, assinado por um juiz em setembro, impedirá a prescrição do crime. Agora, todo mês, um computador do FBI vai comparar os números que descrevem o DNA de Fulano de Tal com milhares de amostras recolhidas de delinquentes e locais de crimes.

mockup