São Paulo, 14 (AE) - Foi aprovado hoje, em primeiro turno, o projeto de lei do vereador Arselino Tatto (PT), que proíbe o Executivo de instalar catracas eletrônicas nos ônibus urbanos de São Paulo. A intenção de Tatto é evitar o aumento do desemprego no setor, embora a proposta seja conflitante com a política do governo municipal, que já iniciou a automatização da cobrança da tarifa nos ônibus.
As lideranças de todos os partidos na Câmara entraram em consenso e concordaram em apresentar um outro projeto, que obriga o Executivo a garantir a média mínima de 6,3 funcionários por ônibus - entre manutenção e operação. As duas proposta ainda precisam ser aprovadas em segunda votação, mas os governistas devem apresentar um substitutivo. Mesmo que sejam aprovados em definitivo, o prefeito Celso Pitta (PTN) poderá vetar os projetos. A Câmara pode derrubar o veto em plenário e promulgar as leis.

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