‘‘Ainda não sabemos exatamente o que vamos fazer, mas há uma vontade política para fazer’’, diz a psiquiatra Luciana Gonçales, assessora para essas questões na Secretaria da Saúde de São Paulo. Segundo ela, mais de 20 projetos serão avaliados. Um deles prevê a exigência de licenças para locais que vendem bebidas alcoólicas. Todo bar que fornecer bebida terá que oferecer comida, de forma a diminuir o efeito do álcool. Em alguns países europeus, os bares precisam oferecer água, de forma que o frequentador não fique tomando cerveja sob o motivo de matar a sede. Trabalhadores de bares e lanchonetes serão treinados para tentar reduzir os riscos para quem está bebendo. A política deve começar pelas escolas e passar pelos profissionais da Guarda Metropolitana, que serão orientados a não tratar a droga como um problema apenas da polícia.

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