Projeto inova em relação com versão anterior
A estimativa técnica é de que para cada metro cúbico de água trazida do São Francisco, será liberado meio metro cúbico de água dos açudes locais. Esta é outra inovação da atual versão, pois os canais interligarão os grandes açudes da região, explica Ovídio de Angelis. O secretário argumenta que o projeto na atual versão irá retirar apenas 3% a 3,5% do volume da água do São Francisco. A distribuição será feita de forma a que cada calha natural de rio receba volume igual ao que costuma receber nos períodos das cheias. Não haverá portanto assoreamentos ou impactos ambientais, defende.
Antônio da Rocha Magalhães afirma que a idéia da transposição é válida e acredita que mais cedo ou mais tarde será implantada. Ele defende, no entanto, a adoção de um planejamento de longo prazo, a exemplo do que se tentou no projeto Aridas, coordenado por ele no ministério do Planejamento. O projeto visava dar sustentabilidade ao semi-árido no prazo de 20 anos.(J.R.)





