No ano passado, pelo menos uma equipe formada por médico, enfermeiro e auxiliar de enfermagem de cada uma das 53 unidades básicas de saúde de Londrina passou por qualificação para o atendimento de pacientes com DST. Segundo a enfermeira e coordenadora do programa de DST/Aids na cidade, Rosângela Alvanhan, o objetivo foi qualificar e sensibilizar os profissionais para o aconselhamento dessas pessoas.
Isso significa uma pessoa preparada para ouvir o paciente e não se ''assustar'' ou fazer julgamentos sobre sua conduta sexual. ''É o que chamamos de escuta ativa, que dá a oportunidade da pessoa falar, mas faz ela refletir em como o seu comportamento a faz passar por situações de risco, e em como pode mudar sua atitude. O paciente precisa ser visto de forma integral, com vida sexual ativa'', explica.
Outras das estratégias, segundo Rosângela, para a prevenção de DSTs são os exames de sífilis e HIV durante o pré-natal da gestante, e o uso da estrutura do Programa Saúde da Família (PSF) para orientações.(C.P.)

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