São Paulo, 03 (AE) - O diretor de Desenvolvimento da Prodam (Companhia de Processamento de Dados do Município de São Paulo), Waldemar Bon Jr, situa-se entre os otimistas em relação às consequências do bug do milênio na rede municipal. "Não vejo nenhuma possibilidade de grandes transtornos", prevê o engenheiro, que começou a preparar a rede da Prodam em 97.
Ele explica que os técnicos já finalizaram a conversão de 20 milhões de linhas de programação, ao custo de US$ 0,10 a linha, o que representa um gasto total de US$ 2 milhões. Segundo o engenheiro, pelos cálculos do Gartner Group, o valor médio para a solução do problema gira em torno de US$ 4,5 a linha. "Fizemos uma economia de US$ 88 milhões porque utilizamos somente recursos próprios e não contratamos nem um minuto de consultoria", diz.
Bon Jr. acredita que, se ocorrerem problemas, eles deverão concentrar-se no cálculo de impostos, mas deverão ser identificados antes que a ordem equivocada de pagamento chegue ao consumidor.

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