São Paulo, 10 (AE) - O procurador-geral do Estado, Márcio Sotelo Felippe, prorrogou o processo de sindicância sobre o sequestro de rendas de São Paulo, decretado Tribunal de Justiça, em maio, por quebra da ordem cronológica no pagamento de dívidas judiciais (precatórios).
A decisão de sequestrar as rendas foi tomada pelo desembargador Dirceu de Mello, presidente do TJ, que acolheu requerimento de quatro credores da Fazenda que alegaram que o Estado ignorou a ordem de preferência dos precatórios e pagou antes a credores da Companhia de Entrepostos e Armazéns Gerais (Ceagesp).
A quebra da ordem irritou o governador Mario Covas (PSDB), que determinou o afastamento de dois procuradores do Estado envolvidos no procedimento. A partir do episódio, a Procuradoria abriu sindicância para averiguar responsabilidades no caso.

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