Procurador diz que não há pista de agressores
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sexta-feira, 12 de setembro de 2003
Fabiana Cimieri<br> Agência Folha 
Rio - O procurador da República Leonardo Freitas, encarregado de acompanhar as investigações da Polícia Federal sobre a morte do comerciante sino-brasileiro Chan Kim Chang, disse ontem que não há ainda nenhum indício de quem teria espancado o comerciante. Chan foi espancado no presídio Ary Franco, no Rio, no dia 27 de agosto. Ele havia sido preso dois dias antes pela PF, no Aeroporto Internacional Tom Jobim, ao tentar embarcar para os EUA com US$ 30 mil não-declarados à Receita Federal. Morreu no dia 4, de traumatismo craniano, segundo o laudo da necropsia.
Para Freitas, o depoimento de um preso australiano que está sob a custódia da PF em Brasília não traz indícios dos autores do espancamento, apesar de ser fundamental para esclarecer o comportamento de Chan na prisão. Esse preso, segundo Freitas, estava na mesma cela de Chan, mas não teria presenciado as agressões.


